definição sobre posologia e dosagem de medicamento


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Neotaflan Posologia - Bula Neotaflan

Neotaflan (diclofenaco de potássico é um anti-inflamatório não esteriodal que contêm combinado ao diclofenaco o sal potássico. Esses fármacos possuem acentuadas propriedades analgésicas, antipirética e anti-inflamatória.

POSOLOGIA DE NEOTAFLAN:

A dose diária de neotaflan é de 100 a 150 mg distribuidos em 2 a 3 doses. Na dismenoréia primária, a dose diária pode ser de 50 a 150 mg, conforme cada paciente. 

Se necessário a dose pode ser aumentada no decorrer de vários ciclos menstruais, até 200 mg ao dia como dose máxima

A ingestão do diclofenaco potássico juntamente com alimentos não tem influência na quantidade de diclofenaco absorvido, embora o início e a taxa de absorção possam ser ligeiramente retardados.

Em casos menos graves, na base de manutenção e em crianças  acima de 14 anos, a doses de 100 mg dia são suficientes, sendo indicado 2 comprimidos  revestidos de 50 mg.

Bula do medicamento Neotaflan

COMPOSIÇÃO de NEOTAFLAN:

Diclofenaco de potássio

INDICAÇÃO:

O diclofenaco de potássio é indicado no tratamento a curto prazo das seguintes condições agudas: estados dolorosos e inflamatórios pós-traumáticos; dor no pós operatório, em especial após cirurgias ortopédicas e odontológicas; síndromes dolorosas da coluna vertebral; como adjuvante no tratamento de processos infecciosos graves acompanhados de dor e inflamações de ouvido, nariz e garganta, como por exemplo, nas faringoamigdalites, dismenorreia primária ou secundária e otites, respeitando os princípios terapêuticos gerais de qua a doença de base deve ser adequadamente tratada. A febre isoladamente não é uma indicação.

CONTRA INDICAÇÕES:

O uso do diclofenaco potássico é contra indicado em pacientes com antecedentes de hipersensibilidade aos anti-inflamatórios não-esteroidais, ou a qualquer outro componente da fórmula, na gravidez, lactação, discrasias sanguíneas,depressão da medula óssea, doença cardíaca grave, doença hepática grave, doença renal grave, úlcera péptica ativa, broncoespasmo, angioedema, anafilaxia ou outras reações alérgicas graves induzidas pelo ácido acetilsalicílico ou por outros fármacos com atividade inibidora da prostaglandina sintetase.

PRECAUÇÕES:

Exatidão de diagnóstico e estreita vigilância médica são essenciais em pacientes com sintomas indicativos de distúrbios gastrintestinais, com história que sugira ulceração gastrintestinal, como colite ulcerativa e Doença de Crohn, bem como em pacientes com insuficiência hepática grave. Atenção especial deve ser dada a pacientes com comprometimento da função cardíaca ou renal, em pacientes tratados com diuréticos e naqueles em recuperação de grandes cirurgias. Recomenda-se cautela na utilização do diclofenaco potássico em pacientes idosos e/ou debilitados, devendo-se levar em consideração as condições clínicas do paciente. É particularmente recomendável a utilização da menor posologia eficaz. Pacientes que sentirem tonturas ou outros distúrbios do Sistema Nervoso Central (SCN)  devem abster-se de dirigir veículos ou operar máquinas, pois sua habilidade e atenção podem estar prejudicadas. O uso do diclofenaco não é recomendado durante a gravidez. O médico deve avaliar o benefício contra o potencial risco para o feto, nos casos de necessidade de indicação. Essa orientação aplica-se particularmente aos três últimos meses de gestação (pela possibilidade de ocorrer inércia uterina e/ou fechamento prematuro do canal arterial). Visto que os anti-inflamatórios não-esteroidais prejudicam a agregação plaquetária e prolongam o tempo de sangramento, estes medicamentos devem ser utilizados cautelosamente em pacientes com distúrbios de sangramento. Durante o tratamento mais prolongado com o diclofenaco, recomenda-se proceder contagem de células sanguíneas e monitoração da função hepática ou renal. A segurança e eficácia do diclofenaco - independente da formulação farmacêutica - não foi ainda estabelecida em crianças. Assim sendo, com excessão de casos de artrite juvenil crônica, o uso do diclofenaco não é recomendado em crianças com idade inferior a 14 anos.

INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS:

O diclofenaco potássico, assim como outros anti-inflamatórios não-esteroidais, deslocam outros fármacos, por exemplo, outros agentes anti-inflamatórios, anticoagulantes orais, heparina, antidiabéticos orais, ciclosporina, fenitoína, nifedipino, valproato sódico e verapamil dos locais de ligação sérica, aumentando assim a atividade, a duração do efeito e a toxicidade dos fármacos deslocados. Pode reduzir os efeitos anti-hipertensivos dos diuréticos; potencializa os efeitos da insulina, metotrexato, sulfonamidas e sulfoniluréias. Administrado concomitantemente com a digoxina ou formulações contendo lítio, pode ocorrer aumento das concentrações plasmáticas dessas drogas. Administrado concomitantemente com outro agente anti-inflamatório não-esteroidal (por exemplo, ácido acetilsalicílico) pode ocorrer aumento das reações adversas; álcool, glicocorticoides ou suplementos de potássio aumentam o risco de efeitos adversos gastrintestinais, incluindo ulceração ou hemorragia. Outros medicamentos que causam discrasias sanguíneas, depressores da medula óssea ou radioterapia aumentam o potencial para agranulocitose ou outros efeitos adversos hematológicos graves; outros inibidores da agregação plaquetária aumentam o risco de hemorragia. Metotrexato aumenta o risco de agranulocitose ou depressão da medula óssea, às vezes fatal; paracetamol por tempo prolongado aumenta o risco de efeitos renais adversos; probenecida diminui a excreção e aumenta as concentrações séricas de outros anti-inflamatórios não-esteroidais. Com outros medicamentos nefrotóxicos aumentam o risco e/ou gravidade dos efeitos adversos renais.

REAÇÕES ADVERSAS:

As seguintes reações adversas foram relatadas com o uso do diclofenaco potássico:

Trato gastrintestinal:  distúrbios gastrintestinais tais como dor epigástrica, náuseas, vômito, diarréia, cólicas abdominais, flatulência, dispepsia e anorexia. Sangramento gastrintestinal (hematêmese, melena), úlcera péptica com ou sem sangramento ou perfuração e diarréia sanguinolenta. Distúrbios no intestino grosso, como colite hemorrágica não-específica e exacerbação da colite ulcerativa ou proctocolite de Crohn, glossite, estomatite aftosa, lesões esofágicas e constipação.

Sistema Nervoso Central e Periférico: Cefaléia, tontura ou vertigem, sonolência, distúrbios da sensibilidade, incluindo parestesias, distúrbios de memória, desorientação, distúrbios de visão (visão turva e diplopia), audição alterada, zumbido, distúrbios de paladar, insônia, irritabilidade, convulsões, depressão, ansiedade, pesadelos, tremores, reações psicóticas.

Pele: Eritema ou erupções cutâneas, urticária e casos isolados de eritroderma, perda de cabelos, reação de fotossensibilidade, púrpura incluindo a alérgica, eritema multiforme, Síndrome de Steven-Johnson e síndrome de Lyell.

Síndrome urogenital: Insuficiência renal aguda, anormalidades urinárias tais como hematúria, proteinúria, nefrite intersticial, síndrome nefrótica e necrose capilar.

Fígado: Aumento dos níveis séricos das enzimas aminotransferases (AST e ALT). Casos raros de hepatite com ou sem icterícia. Casos isolados de hepatite fulminante.

Sangue: Trombocitopenia, leucopenia, anemia (hemolítica e aplástica), agranulocitose.

Hipersensibilidade: Asma, reações sistêmicas (anafilática/anafilactóide, incluindo hipotensão). Vasculite e pneumonite.

Sistema cardiovascular: Palpitação, dores no peito, hipertensão, insuficiência cardíaca congestiva.

Neotaflan comprimidos revestidos contém o corante amarelo de TARTRAZINA (FDC n.º05) que pode causar reações de natureza alérgica, entre as quais asma brônquica, especialmente em pessoas alérgicas ao ácido acetilsalicílico



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